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POR QUE USAR APARELHO AUDITIVO?

Fonoaudióloga realizando Adaptação de Aparelho Auditivo Miniretroauricular em paciente.

Hoje vamos falar um pouco sobre a importância do uso dos aparelhos auditivos! Mas antes de prosseguir, responda a estas perguntas:
1- Você escuta mas não compreende o que estão lhe dizendo, principalmente quando há um ruído competitivo, como em ambientes com muita gente falando ao mesmo tempo?

2- Você parece desatento?

3- Tem apresentado resistência e sem vontade de frequentar festas e reuniões?

4- Apresenta zumbido no ouvido?

5- Encontra-se irritado e sem paciência?

6- As pessoas de seu convívio reclamam que precisam falar mais de uma vez ou falar muito alto para você responder?

Se você respondeu sim a pelo menos três das seis perguntas acima ou convive com alguém que apresenta as dificuldades citadas acima, vale a pena continuar a leitura deste texto! Caso as respostas às perguntas tenham sido “não”, é um sinal que sua saúde auditiva pode estar em dia, mas informação e conhecimento atualizados são sempre válidos, não é mesmo? Vamos prosseguir então!

A deficiência auditiva afeta milhões de brasileiros e tem sido um “start” para instalação de outras doenças, como depressão, isolamento social e desatenção.

No mundo cada vez mais turbulento e atribulado e com uma comunicação cada vez mais veloz, entender e fazer-se entender  é algo imprescindível e não se pode perder tempo se algo não vai bem!

Os aparelhos auditivos possuem um papel fundamental no processo de retomada da qualidade de vida das pessoas com perda auditiva. Nos últimos anos, eles passaram por verdadeiras revoluções tecnológicas e, hoje são muito discretos e oferecem mais conforto!

Hoje contamos com 03 tipos de aparelhos auditivos no mercado. Chamamos de ITE (in the ear) os aparelhos auditivos que são colocados no conduto auditivo, ficando quase imperceptiveis; RIC (receiver in canal) cujo receptor fica localizado diretamente no conduto auditivo. Este modelo fica atrás da orelha mas é muito pequeno oferecendo conforto e discrição. O BTE (behind the ear) fica também atrás da orelha mas configura um modelo com menos discrição que os RIC. Era o modelo mais comum no mercado há alguns anos atrás.

Os preços são os mais variados assim como seu “pequeno computador”, ou seja, sua tecnologia possui diferentes “amplifiers” e canais. O que importa é, que independente do modelo, seja ele de pilha recarregável ou não, com bluetooth, conectividade ou não, os bons aparelhos, mais modernos e atuais, estarão proporcionando melhor qualidade de vida e convívio social. Lembrando que a escolha do modelo e tecnologia, sempre dependerá do seu tipo de perda auditiva, da anatomia de sua orelha e de suas demandas auditivas no seu dia-a-dia.

Se você se ainda não fez exames para saber como esta sua saúde auditiva, não perca tempo!
E fique ligado nos próximos posts que iremos abordar vários temas sobre a saúde auditiva.

Fonoaudióloga realizando Adaptação de Aparelho Auditivo RIC (Miniretroauricular) em paciente.

Este artigo foi escrito por nossa fonoaudióloga Dra. Priscila de Landa que é especialista em Audiologia e Motricidade Orofacial. É formada pelo CES-JF e CEFAC e atua como fonoaudióloga
há mais de 12 anos, tendo experiência na área de saúde auditiva há mais de 9 anos. Além disso, integra o corpo clínico da Comunicar há 05 anos realizando exames audiológicos e protetização.

Fga Priscila de Landa – CRFa 5510 / 6ª

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